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MADRI - O Banco Santander reduziu pagamento de diretores em quase 35% no ano passado, informou o banco espanhol em um momento em que executivos de instituições rivais se preparam para a possibilidade de cortes de bônus ainda maiores.
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Emilio Botín, presidente do conselho do Banco Santander nos últimos 26 anos, sofreu um dos maiores cortes entre os principais diretores, com uma queda na sua remuneração de 32% desde 2011 para pouco mais de 3 milhões de euros (US$ 4 milhões), segundo relatório de resultados anual do banco.
O bônus de Botín foi reduzido pela metade, enquanto seu salário foi congelado, apesar de grandes bônus no setor bancário não serem tanto uma questão polêmica na Espanha como são em outras partes da Europa.
O acompanhamento público sobre pagamentos mantém-se particularmente intenso na Grã-Bretanha, cinco anos depois de grandes bancos terem de ser socorridos, e o Parlamento Europeu está no meio de conversas destinadas a impor um teto para os bônus dos banqueiros.
Outro executivo do Banco Santander que teve um forte corte salarial foi o presidente-executivo, Alfredo Saenz, que está no centro das atenções neste mês após um tribunal espanhol anular parcialmente uma absolvição oficial que lhe foi concedida em 2011. Os ganhos de Saenz no maior banco da Espanha caíram quase um terço, para 8,24 milhões de euros no ano passado.
O Santander, que este mês divulgou uma queda de 59% no lucro líquido de 2012, disse que o salário fixo para diretores permanecerão congelados em níveis de 2009. A filha de Botín, Ana Patricia, que comanda o braço britânico do Santander, teve um corte de bônus menos duro do que outros executivos. A remuneração variável dela caiu em cerca de 21%, para 2,25 milhões de euros.