Prefeituras de PR e PE preparam parcerias público-privadas para lixo
As prefeituras de Maringá (PR) e Caruaru (PE) preparam editais de parcerias público-privadas para serviços de coleta e tratamento ... Ler mais
da Folha Online
"Felizmente a Justiça Federal bloqueou a primeira parcela correspondente a R$ 300 milhões paga pelo Banco do Brasil pela compra da Nossa Caixa, para que, com esse dinheiro, o Estado de São Paulo venha quitar todos os precatórios alimentares devidos aos funcionários, professores ativos e inativos do serviço público. Foi severamente justa essa posição dos juízes, que merecem os aplausos de todos os trabalhadores do Estado."
ANTONIO ROCHAEL JR. (Iguape, SP)
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"Os analistas econômicos agora estão dizendo que a redução da taxa Selic será inócua como remédio para a crise econômica, pois pouco afetará o spread bancário e o prazo do crédito, que, segundo eles, são as variáveis mais relacionadas com as demandas de bens. Dizem, então, que o grande efeito da medida será reduzir os encargos com a dívida pública, o que significará alguns bilhões de reais a menos na despesa governamental. Portanto, 'mutatis mutandis', conclui-se que a relação entre a Selic e o spread ou é assimétrica ou o combate à inflação era apenas um pretexto que o Banco Central usava para transferir muitos e muitos bilhões de reais do povo brasileiro para os ricos beneficiários do sistema financeiro."
JOSÉ MARIA SILVA (Viçosa, MG)
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"É vergonhoso ver a atitude tomada pela ONU no que diz respeito a questão das drogas ('ONU quer por fim a uso de drogas até 2019', Mundo, 13/3). Depois de dez anos de fracasso com a repressão, esperaríamos que políticos e diplomatas arranjassem outra solução que não fosse fazer a mesma previsão irreal no mesmo período de tempo. É irônico ver que são os EUA, uma nação que pela segunda vez consecutiva tem um presidente que abertamente confessou ter utilizado drogas, que encabeçam o lado mais conservador da questão.
Seria hipocrisia ou será que Obama acredita que teria sido melhor se ele tivesse cumprido pena?"
FÁBIO DE A. MACHADO (São Paulo, SP)
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"Cerca de 500 belas casas populares de R$ 50 mil cada é o que daria para construir na favela da Rocinha com a doação de US$ 10 milhões que o Brasil destinará para a reconstrução da faixa de Gaza. Mas parece que o nosso digníssimo presidente Lula encontrou melhor proveito para o nosso suado dinheiro: entregá-lo a fundo perdido para os fanáticos líderes palestinos do Hamas, para que lhe deem o destino que lhes aprouver. Na certa, virarão túneis para contrabando de armas, mísseis Qassam, cinturões bomba, centros de treinamento para terroristas etc.
Se toda a dinheirama internacional já doada aos palestinos tivesse sido revertida em favor do povo, até os suíços os invejariam.
Em tempo, cadê o dinheiro das contas de Sula Arafat?
Atenção membros do Congresso! Pensem no nosso povo e vetem esta doação absurda!"
ALEXANDRE MATONE (São Paulo, SP)
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"O ex-presidente Fernando Collor, hoje no PTB de Roberto Jefferson, fiel aliado do PT e de Lula, articula sua candidatura ao governo de Alagoas no próximo ano. Seria hilariante, para não chamar de cômico, assistir a comícios de Fernando Collor com administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a candidata petista Dilma Rousseff --talvez até com a presença de um dos dois, ou de ambos. Do jeito que anda a política alagoana a ideia de Collor pode dar certo. Aleluia senhor! Esse é o país onde até o impossível às vezes acontece. Lula que o diga!"
TURÍBIO LIBERATTO (São Caetano do Sul, SP)
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"É sempre bom saber que uma ação do poder público poupou vidas, quanto mais no Brasil, lugar cujo papel conferido ao Estado de atenuar o sofrimento humano e promover valores não é cumprido adequadamente. A lei seca pegou? O tempo dirá. Mas temos de ter em mente que, onde há muitas normas criminais, há menos civilidade e mais truculência, menos educação e mais submissão, mais desinteresse e menos participação."
PAULO CESAR REBELLO GIACOMELLI (São Paulo, SP)
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"A aprovação do plano de reestruturação da carreira de seus docentes na USP ( Cotidiano, 12/9) é mais um retrocesso político que visa impedir o acesso democrático dos professores em uma carreira aberta, sem as amarras do atual feudo constituído de professores titulares. Ademais, estabelecer uma confusão entre plano salarial e de carreira e rompe com a isonomia salarial das universidades estaduais (Unicamp e Unesp). Por último, cria a ilusão de promoção através da produção acadêmica e a qualidade de aula, quando se sabe que as avaliações na grande maioria são realizadas por interesses grupais e não levam em consideração o notório saber dos docentes."
ROBERTO DELUCIA (São Paulo, SP)
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"E agora que os ricos estão quebrando, vamos produzir para quem? Só para nos é pouco, não resolve. A economia é globalizada e não adianta falar em marolinha a longo prazo. A solução é o crescimento das economias do G7 e claro que isto passa necessariamente pela punição dos fraudadores e especuladores de má fé. Acho incrível! Para receber os lucros não somos chamados, mas para arcar com os prejuízos temos que participar, e isso cada vez mais vai piorando a vida dos excluídos em todos os continentes."
ALCIONE DIAS PELEJA (Goiânia, GO)
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"A polêmica provocada pela questão do aborto e do estupro não é decorrente da opinião de um bispo. Tem profundidade e não está restrita a um bispo. É mais grave: atinge todas as religiões. Há uma hipocrisia e uma guerra entre elas, daí o silêncio e a omissão. Mas, no fundo, todas têm o mesmo ponto de vista emitido pelo bispo. Nesse caso, houve um conflito na concepção de nascimento não consentido (estupro) e morte não consentida (aborto). Concepção cada vez mais distante da ciência e da filosofia atualizada, ou seja, em questão a discussão do reacionarismo religioso."
ANTONIO NEGRÃO DE SÁ (Rio de Janeiro, RJ)