Prefeituras de PR e PE preparam parcerias público-privadas para lixo
As prefeituras de Maringá (PR) e Caruaru (PE) preparam editais de parcerias público-privadas para serviços de coleta e tratamento ... Ler mais
DE SÃO PAULO
Para Marilza de Lourdes, 49, gerente de vendas em uma loja de colchões, "a polícia poderia ter agido mais rápido. Dez minutos depois de [os manifestantes] terem passado, eles [policiais] chegaram".
Na manhã desta quarta-feira (31), a avenida Rebouças, zona sul de São Paulo, ainda apresentava sinais do protesto no dia anterior.
A loja em que trabalha Lourdes é uma das muitas na avenida Rebouças que tiveram as paredes pichadas. Diversos muros apresentavam frases como "vandalismo é o estado" e "era punk". "Iriam pichar mais e queriam quebrar os vidros, mas quando viram que havia gente aqui foram embora", diz ela, que presenciou toda manifestação.
Em uma das agências do Banco Santander depredadas ontem, ainda havia cacos de vidro na entrada, que estava bloqueada por tapumes. Em outra, o funcionamento era normal, mas no lugar de uma das portas também havia uma vedação de madeira.
Parte da fachada da concessionária que teve carros danificados pelos manifestantes permanecia estilhaçada, mas os carros depredados foram substituídos por novos.
O gerente da loja, que não quis se identificar nem conversar com a reportagem, apenas afirmou que "o prejuízo ainda não foi contabilizado".