Prefeituras de PR e PE preparam parcerias público-privadas para lixo
As prefeituras de Maringá (PR) e Caruaru (PE) preparam editais de parcerias público-privadas para serviços de coleta e tratamento ... Ler mais
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
O percentual de famílias paulistanas endividadas manteve-se estável em 57,1% em maio frente a abril, de acordo com pesquisa da FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo). Apesar disso, o número segue no maior nível desde junho de 2006.
Maio foi o primeiro mês no ano em que o endividamento ficou estável, após subir de 48,8% em janeiro para 57% em abril. O dado do mês passado também representa alta de 3,9 pontos percentuais na comparação com maio de 2012, quando o percentual era de 53,2%.
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Ao todo, 2,04 milhões de famílias seguiam endividadas em maio, contra 1,9 milhão no mesmo mês do ano passado. Os lares com renda de até dez salários mínimos registram 61,2% do total de endividamento, com alta de 1,6 ponto percentual frente a abril. Já as famílias que ganham acima desse patamar representaram 45,1% do total, queda de 4,5 pontos percentuais em relação a abril.
CONSUMO
O cartão de crédito segue sendo a principal fonte de dívida do consumidor paulistano, respondendo por 73,3% dos endividamentos. Segundo a FecomercioSP, isso se deve, principalmente, à "expansão do consumo nas classes C, D e E". Carnês (17,5%), financiamento de carro (16,7%) e crédito pessoal (11,5%) vêm em seguida.
Para a Fecomercio, essa estabilidade indica que o consumidor "continua tendo dificuldade de equacionar suas finanças e ainda recorre aos financiamentos para manter seu nível de consumo". A escalada da inflação contribui para essa situação, ainda de acordo com a Federação, devido principalmente aos preços de alimentos, "o que vem impactando negativamente o comprometimento da renda das famílias paulistanas".
FUJA DAS DÍVIDAS
Para as famílias endividadas, uma boa dica é fazer um planejamento financeiro e estabelecer a ordem de prioridade para o pagamento das dívidas. Depois, tente negociar com o maior número possível de credores. Em geral, eles facilitam o pagamento para começar a receber ao menos parte dos valores. Quem se recusar a negociar vai para o fim da fila.
É possível também pegar um empréstimo para pagar a dívida, mas isso só é um bom negócio se os juros da nova forem menores do que os da antiga.