Prefeituras de PR e PE preparam parcerias público-privadas para lixo
As prefeituras de Maringá (PR) e Caruaru (PE) preparam editais de parcerias público-privadas para serviços de coleta e tratamento ... Ler mais
Atualizado às 14h09.
Com o encarecimento do valor dos produtos mais consumidos durante o Carnaval, conforme pesquisa obtida com exclusividade pela Folha, é preciso ficar atento a alguns fatores que podem ajudar a economizar durante o período festivo.
Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), antes que de se programar para o Carnaval, é preciso avaliar se há de fato condições para arcar com os custos de uma viagem, por exemplo.
"Muitas vezes, na empolgação das festas, as pessoas saem e utilizam os créditos que estão disponíveis sem pensar no impacto que isso terá no orçamento", alerta Fábio Moraes, diretor de educação financeira da entidade.
De acordo com o especialista, é preciso que o folião coloque na ponta do lápis todas as despesas envolvidas numa ocasião como o Carnaval, desde os gastos mais significativos --como alimentação, transporte, hospedagem, festas e fantasias-- até os menores --como lembrancinhas aos parentes, por exemplo.
PLANEJAMENTO
Com planejamento, é possível evitar aquela situação em que o dinheiro acaba no meio do feriado de Carnaval e, então, o consumidor precisa buscar a opção de crédito mais rápido e fácil e que pode custar caro no mês seguinte.
"Uma boa ideia é tentar estipular um valor máximo que pode gastar para não comprometer as outras contas do mês", diz Moraes.
Segundo ele, quando a opção do consumidor for o parcelamento das despesas de Carnaval no cartão de crédito, é preciso prestar atenção à fatura, já que o cartão traz a possibilidade de pagar depois de 45 dias sem juros, mas a pessoa não pode esquecer que, junto com este valor, também estarão as outras despesas fixas do próximo mês.
"Além disso, também é preciso considerar o valor das parcelas já existentes no cartão para não acumular muitas contas e onerar as despesas do mês", completa.
RECOMENDAÇÕES
O uso do cheque especial não é recomendado por Moraes. Ele explica que esta modalidade é ideal para o consumidor que vai repor o dinheiro em alguns dias, pois, como se trata de um crédito emergencial, haverá a cobrança de juros sobre o valor utilizado, o que pode deixar a pessoa mais suscetível ao endividamento.
Uma opção sugerida é o crédito consignado ou até mesmo o CDC (crédito direto ao consumidor). "Mas, se já entrou no cheque especial ou no rotativo do cartão de crédito, tente renegociar essas dívidas para que elas não fiquem maiores", finaliza Moraes.
10 DICAS PARA EVITAR SUSTOS
A Febraban elaborou dez dicas básicas para evitar sustos durante as festas: