Prefeituras de PR e PE preparam parcerias público-privadas para lixo
As prefeituras de Maringá (PR) e Caruaru (PE) preparam editais de parcerias público-privadas para serviços de coleta e tratamento ... Ler mais
SÃO PAULO - A inadimplência do Banco Santander Brasil, que aumentou de 5,1% em setembro para 5,5% em dezembro, foi influenciada por negociações de créditos em atraso no segmento de pequenas e médias empresas. A explicação é do presidente do banco, Marcial Portela. Segundo ele, isso ocorreu, principalmente, em dezembro.
Apesar do aumento da inadimplência, considerando os atrasos acima de 90 dias, Portela disse que o indicador de 60 dias já mostra uma possível normalização do número de calotes na pessoa física. Para a pessoa jurídica, essa melhora ainda vai levar mais tempo, segundo ele. A inadimplência de PF deve cair no primeiro semestre e da PJ no segundo semestre de 2013, observou ele.
Portela voltou a reforçar que o crescimento da carteira PME vai se sobressair sobre a pessoa jurídica, o que deve alterar o mix de crédito do Banco Santander e também seus indicadores de inadimplência. Segundo ele, o número de calotes deste público é maior, mas a equação de rentabilidade também é boa.