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Luís Octávio Azeredo Lopes Indio da Costa e Luís Felippe Indio da Costa, ex-controladores do banco Cruzeiro do Sul, foram denunciados pelo Ministério Público Federal em São Paulo por crimes financeiros relacionados à instituição.
Também foram denunciadas outras 15 pessoas, entre administradores, membros de auditoria e funcionários do banco.
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A Procuradoria afirma que o grupo praticou delitos como formação de quadrilha, crimes contra o sistema financeiro --gestão fraudulenta, estelionato, apropriação indébita, "caixa dois"--, crimes contra o mercado de capitais e lavagem de dinheiro, de janeiro de 2007 a março de 2012.
O Banco Central anunciou intervenção no Banco Cruzeiro do Sul por problemas na contabilidade e descumprimento a normas do sistema financeiro em janeiro de 2012. A liquidação do banco ocorreu em setembro, após auditorias demonstrarem "comprometimento da situação econômico-financeira da instituição e grave violação das normas emanadas do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central".
O Ministério Público afirma ainda que o grupo atuava em diversas frentes, tais como: fraudes em empréstimos consignados; fraudes contábeis; desvio de valores aplicados em fundos de investimento; e lavagem de dinheiro.
A denúncia aponta que o montante desviado dos correntistas foi feita em benefício da empresa Patrimonial Maragato S.A., de propriedade de Luís Octávio e Luís Felippe Indio da Costa.
Luís Octávio e Luís Felippe Indio da Costa ainda são alvos, com mais dois denunciados, de uma segunda ação penal por promoverem de forma fraudulenta o incremento de resultados nas demonstrações financeiras do Banco Cruzeiro do Sul.
A reportagem está tentando contato com os advogados dos denunciados.