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A expansão no estoque de crédito do país desacelerou no ano passado apesar da redução nas taxas de juros cobradas pelos bancos.
O crescimento de 16,2% em 2012 contrasta com os avanços de 19% e 20% nos dois anos anteriores. Os dados foram divulgados pelo Banco Central nesta sexta-feira.
Juros caem pelo 10º mês seguido e fecham 2012 em mínima histórica
"O menor ritmo de expansão do crédito em 2012, a despeito da trajetória declinante das taxas de juros e spreads bancários e da estabilização dos índices de inadimplência, mostrou-se consistente com o arrefecimento do nível de atividade econômica e seus impactos sobre as expectativas de empresários e consumidores", diz o BC em nota.
O estoque total de crédito alcançou R$ 2,360 trilhões no ano passado, o que representa 53,5% do PIB (Produto Interno Bruto). A relação entre o crédito e o PIB era de 49%, no final de 2011, e de 45,2% no final de 2010.
De acordo com o BC, a evolução do saldo de crédito foi sustentada, principalmente, pelo desempenho das operações com recursos direcionados, "com ênfase para a continuidade da expansão do crédito habitacional e para as contratações do BNDES".
No crédito com recursos livres, destacaram-se, no segmento de pessoas jurídicas, as modalidades de conta garantida e adiantamento sobre contratos de câmbio, enquanto nas carteiras de pessoas físicas, sobressaíram as operações de crédito pessoal, informou a instituição.
Os bancos públicos responderam por 47,6% do total das operações do sistema financeiro, ante 43,5% em dezembro de 2011. Já as instituições privadas nacionais e estrangeiras tiveram suas participações relativas correspondentes reduzidas em 3,1 pontos percentuais e 1 ponto percentual, em 36,1% e 16,3%, respectivamente.