Prefeituras de PR e PE preparam parcerias público-privadas para lixo
As prefeituras de Maringá (PR) e Caruaru (PE) preparam editais de parcerias público-privadas para serviços de coleta e tratamento ... Ler mais
SÃO PAULO - A família Pentagna Guimarães, controladora do BMG, vai fazer um aporte de R$ 300 milhões no Banco BMG que, por sua vez, fará aporte na joint venture criada em parceria com o Itaú. O banco comandando por Roberto Setubal fará aporte de R$ 700 milhões com dinheiro do próprio caixa, segundo o executivo, sem necessidade de captar dinheiro no mercado.
A joint venture anunciada nesta terça-feira terá capital de R$ 1 bilhão e vai se focar no crédito consignado. O Itaú vai continuar operando no segmento, de forma independente, em sua rede de agências e o Banco BMG vai seguir com operações próprias.
Já o foco do banco mineiro vai ser produtos como recebíveis e financiamento de veículos e pode ainda desenvolver novos negócios, como cartões, segundo seu presidente, Ricardo Guimarães.
Os detalhes operacionais da nova empresa, como nome que terá na praça, taxas de juros e condições ainda não estão definidos. Está tudo muito fresco ainda, disse Guimarães, em entrevista à imprensa. Ainda nem deu tempo de conversar (sobre essas questões, complementou.
O Itaú tem uma carteira de R$ 10 bilhões no consignado. Já o Banco BMG tem em torno de R$ 25 bilhões. Setubal afirmou que o projeto é que a nova empresa criada seja grande, com participação relevante no mercado.