Prefeituras de PR e PE preparam parcerias público-privadas para lixo
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Apenas 12,2% dos paulistanos têm intenção de abrir tomar crédito nos próximos meses, segundo levantamento da Fecomercio SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo).
De acordo com análise da federação, a proporção constatada pela Prie (Pesquisa de Risco e Intenção de Endividamento) se deve "à percepção de que o momento econômico atual, tanto interno quanto externo, é complicado". Por outro lado, as medidas de estímulo ao crédito adotadas pelo governo e que já fazem parte da estratégia dos bancos privados podem mudar o aspecto negativo desse quadro.
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Entre os 51,7% das famílias endividadas na capital paulista, em setembro, 38,3% têm algum tipo de aplicação financeira. O número é 4,3 pontos porcentuais maior que o registrado em agosto.
A pesquisa aponta também que o risco sistêmico do setor financeiro em São Paulo é baixo, em razão da manutenção dos bons níveis de emprego e renda.
Entre os não endividados, o total de famílias com aplicações é consideravelmente maior, chegando a 51,7%.
De modo geral, 44,7% dos paulistanos têm aplicações financeiras, sendo que a mais comum é a poupança, possuída por 75,2% das famílias com aplicações.
Os investimentos em renda fixa estão crescendo e, em setembro, já atingem 16,5% dessas famílias. Saldo 9 pontos porcentuais maior do que o registrado em agosto.
Ações na Bolsa e previdência privada são opções mantidas por 1,7% e 4,2%, respectivamente.
A Prie (Pesquisa de Risco e Intenção de Endividamento) está sendo divulgada pela primeira vez em setembro e tem o objetivo de acompanhar o interesse dos paulistanos em contrair crédito e a evolução da proporção de famílias endividadas na cidade de São Paulo que possuem aplicações financeiras. Os dados desta edição foram coletados em 2.200 entrevistas realizadas na capital.