Prefeituras de PR e PE preparam parcerias público-privadas para lixo
As prefeituras de Maringá (PR) e Caruaru (PE) preparam editais de parcerias público-privadas para serviços de coleta e tratamento ... Ler mais
SÃO PAULO - Os bancos Banco Santander e Bradesco negaram nesta quarta-feira (8) as especulações de que estariam negociando uma fusão no Brasil. O rumor, que circula há várias semanas até entre funcionários das duas instituições, voltou com força ontem - chegou a circular na internet -, e fez as ações do Banco Santander subirem 2% nas negociações pós-mercado (after market) da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). As operações com o papel foram suspensas porque as regras da bolsa brasileira determinam que a variação máxima no pós-mercado (que tem liquidez muito mais baixa do que o mercado normal) é de 2%.
?Isso não faz nenhum sentido. O Brasil é hoje responsável por cerca de um terço da capacidade de geração de receitas do Banco Santander no mundo. Perder o Brasil equivale a perder metade do coração do grupo?, afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo o presidente do Banco Santander no País, Marcial Portela.
Em nota, o Bradesco desmentiu ?categoricamente? as informações sobre uma eventual fusão com o Santander.
Portela disse que a operação brasileira é chave porque é líder na geração de resultados nas Américas, uma das regiões nas quais o banco decidiu concentrar os negócios, ao lado da Europa.
?O resultado no Brasil é três vezes superior ao das filiais do México, do Chile e dos Estados Unidos?, exemplificou o executivo. ?O grupo Santander, hoje, é muito brasileiro. A operação aqui é acompanhada de perto pelo comando global.? As informações são do jornal O Estado de S. Paulo