Prefeituras de PR e PE preparam parcerias público-privadas para lixo
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A BM&FBovespa informou o mercado que está suspendendo os negócios com as ações do Banco Cruzeiro do Sul.
A Bolsa aguarda esclarecimentos sobre a informação de que o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) recomendou ao Banco Central a liquidação do banco.
As negociações com o Santander, o último interessado na instituição financeira em dificuldades, fracassaram. Sem um comprador, o FGC deve recomendar ao Banco Central a liquidação do banco, que teve rombo contábil de R$ 3,1 bilhões e está com patrimônio negativo.
As negociações com o Banco Santander se estenderam até a noite de quinta-feira (13), mas não tiveram um desfecho favorável.
Apesar do fracasso em encontrar um comprador, as negociações com os credores foram bem e quase 90% deles aceitaram o desconto de 49,3% no valor das dívidas. Para evitar a liquidação, o FGC tinha de encontrar um comprador e negociar com os credores um perdão na dívida.
Se o banco for mesmo liquidado, o que pode acontecer ainda nesta sexta-feira, os credores terão de reclamar na Justiça esses pagamentos.
O FGC garante a cobertura integral de depósitos até R$ 70 mil e mais os CDBs que foram comprados com garantia especial, conhecidos como DPGE.
Com a liquidação, o FGC deve desembolsar R$ 1,9 bilhão para essas coberturas.
Com Valor