Prefeituras de PR e PE preparam parcerias público-privadas para lixo
As prefeituras de Maringá (PR) e Caruaru (PE) preparam editais de parcerias público-privadas para serviços de coleta e tratamento ... Ler mais
DA REUTERS
A nova estrutura do Ibovespa, que passa a valer em 2014, vai mudar a composição setorial do índice da Bolsa, com os bancos assumindo a primeira posição, que hoje é do setor de petróleo. Siderúrgica e construção, por sua vez, perderão peso.
No novo cenário, o setor de bancos deve passar da posição atual, de 15%, para 20% a 25% da carteira, segundo simulações do BB Investimentos e da gestora Quantitas Asset Management.
Os dados consideram números atuais e devem mudar até maio (quando as mudanças começam a valer na totalidade), conforme o desempenho da cotação dos papéis de cada empresa.
Os quatro maiores bancos listados na Bolsa (Bradesco, Itaú Unibanco, Banco do Brasil e Santander) têm valor de mercado conjunto de R$ 430 bilhões, enquanto Vale e Petrobras têm valor de mercado de R$ 186 bilhões e R$ 238 bilhões, respectivamente.
O aumento da participação se deve principalmente à inclusão na estrutura do Ibovespa do valor de mercado do capital das empresas em circulação, diferente do modelo atual, que dá mais peso à liquidez dos papéis.
Pelo mesmo motivo, o setor de consumo ganhará maior destaque, ampliando o peso de 8% para uma faixa de 10% a 13%. No movimento oposto, o setor de construção passará a representar apenas cerca de 2,5% a 3% do índice, ante os atuais 10%.
As empresas de siderurgia devem passar de 7% para 3%, enquanto o setor de petróleo e petroquímica ficará praticamente estável, entre 16% e 17%.
As alterações no principal índice do mercado acionário brasileiro começam a valer parcialmente em janeiro e a mudança completa valerá apenas a partir de maio.