Prefeituras de PR e PE preparam parcerias público-privadas para lixo
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A agência de classificação de risco Moodys rebaixou nesta terça-feira as notas de crédito do Banco Cruzeiro do Sul após o Banco Central intervir na instituição controlada pela família Índio da Costa. Na segunda-feira, a Standard & Poors já havia tomado a mesma iniciativa.
O rating de longo prazo de depósitos em moedas locais e estrangeiras, na escala global, foi cortado para Caa1 --ante B2 estipulado anteriormente. O rating de força financeira de bancos caiu de E+ para E. As perspectivas das notas são negativas, indicando possibilidade de novos rebaixamentos no futuro.
A Moodys observou que a força financeira do banco e a solvência foram severamente prejudicadas pela qualidade dos ativos e condições de captação muito deterioradas, o que apresenta um risco elevado para os detentores dos títulos.
A agência de risco acredita que a atuação do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) no banco não deve contribuir para aliviar as pressões que a instituição enfrenta no curto prazo. A instituição também disse que a incerteza sobre o tratamento das obrigações não seguradas no regime de intervenção pode levar a novos cortes da nota.
Na BM&F Bovespa, as ações do Cruzeiro do Sul permanecem suspensas desde segunda-feira, quando foi decretado que o banco entrou no Raet (Regime de Administração Especial Temporária) do Banco Central.