Prefeituras de PR e PE preparam parcerias público-privadas para lixo
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O FGC (Fundo Garantidor de Créditos) informou nesta quarta-feira que foi baixa a adesão dos credores nacionais e estrangeiros à proposta de reestruturação da dívida do Banco Cruzeiro do Sul, condição que pode inviabilizar a venda do banco e resultar em sua liquidação em setembro.
Segundo o FGC, que é o interventor temporário do banco, a adesão dos credores nacionais e estrangeiros ficaram abaixo do mínimo de 90% esperados para permitir a venda. O FGC propõe um "perdão" médio de 49,3% das dívidas.
Ontem, terminou o primeiro prazo para os credores aceitarem a proposta com um deságio menor, recuperando assim mais o dinheiro investido. A partir de agora, o "perdão" será maior. O prazo máximo para adesão é dia 12 de setembro.
Apesar de não ter atingido os 90%, o FGC afirma que segue confiante no sucesso da reestruturação da dívida do banco, e que a adesão de determinados credores estrangeiros em títulos de maior risco superou as expectativas.
"Continuamos confiantes que até a data limite (12/09 próximo) o objetivo será atingido", informou.