Prefeituras de PR e PE preparam parcerias público-privadas para lixo
As prefeituras de Maringá (PR) e Caruaru (PE) preparam editais de parcerias público-privadas para serviços de coleta e tratamento ... Ler mais
SÃO PAULO - O Banco Santander nega que a subsidária brasileira vá enviar recursos para capitalizar a matriz na Espanha. O presidente no Brasil, Marcial Portela, disse que com a crise na Europa, que vem contaminando vários bancos da região, aumentaram os questionamentos sobre o envio de dinheiro gerado no Brasil para Madri.
Segundo ele, pela estrutura mundial do banco, as subsidiárias têm estrutura independente da matriz e é impossível remeter dinheiro a não ser pela forma legal, que é o envio de dividendos ou juros sobre o capital próprio. O banco na Espanha está bem capitalizado, disse ele.
O Brasil responde sozinho por 25% do resultado mundial do banco espanhol. É o País com maior participação individual. Toda a Europa continental responde por 32% do resultado e o Reino Unido, por 18%. Com as quedas recentes dos ganhos lá fora, por causa da desaceleração das economias europeias e o crescimento das operações aqui, o Brasil tem ganhado peso no resultado global do banco.
Segundo Portela, na época da abertura do capital, em 2009, o banco foi questionado se levaria parte dos R$ 14 bilhões captados com o lançamento de ações para a Espanha. O capital hoje é um bem escasso, um bem difícil de obter. Por isso, o Banco Santander Brasil tem uma situação privilegiada, disse o executivo à imprensa hoje. O Banco Santander anunciou hoje na Espanha que, no acumulado do ano, seu lucro mundial caiu 13% e ficou em 5,3 bilhões de euros.