Prefeituras de PR e PE preparam parcerias público-privadas para lixo
As prefeituras de Maringá (PR) e Caruaru (PE) preparam editais de parcerias público-privadas para serviços de coleta e tratamento ... Ler mais
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
A quantidade de famílias endividadas na cidade de São Paulo aumentou 2,1% em março, mostra análise da Fecomercio-SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo).
No período, 52% das famílias paulistanas possuíam dívidas, ante 50,9% observados no mês anterior.
Busca por quitação de dívida bate recorde, diz Serasa Experian
Baixa renda impulsiona alta de 5,8% na procura por crédito no 1º trimestre
O consumidor endividado é aquele que possui parte de sua renda comprometida com o pagamento de dívidas, mas consegue manter as contas em dia. Já o inadimplente é o que não consegue quitar suas dívidas, e acaba com o nome incluído em serviços de proteção ao crédito.
Esta é a terceira alta mensal consecutiva no indicador. Contudo, ante o mesmo mês do ano passado, o nível de endividamento ficou estável.
De acordo com a Fecomercio-SP, o aumento nas dívidas é comum nos primeiros meses do ano, com o acúmulo de impostos cobrados no período e o peso das compras realizadas no final do ano passado.
Em números absolutos, o total de famílias endividadas cresceu de 1,826 milhão em fevereiro para 1,865 milhão em março. Já na comparação com igual mês de 2012, houve redução de 0,3%, ou 5.000 famílias.
RENDA
O endividamento foi maior entre as famílias de renda mais baixa. No grupo que ganha até dez salários mínimos, o percentual de endividados é de 53,6%, enquanto nas famílias de renda maior, o endividamento é de 47,3%.
O principal tipo de dívida continua sendo o cartão de crédito, sendo utilizado por 72,2% das famílias analisadas. Em seguida, estão carnês (20,5%), financiamento de carro (18,6%), crédito pessoal (12,9%), financiamento de casa (8,9%) e cheque especial (4,2%).
Os maiores crescimentos ocorreram nos financiamentos de carro, com alta de 6,3% frente ao mês anterior, financiamentos de casas, com avanço de 4,1%, e no cartão de crédito, com evolução de 2,7%.
A pesquisa da Fecomercio-SP é realizada com cerca de 2.200 consumidores no município de São Paulo.